Coceira nas varizes: entenda por que acontece e como aliviar o desconforto

As varizes são um problema vascular comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Além das conhecidas veias dilatadas e tortuosas, muitos pacientes também sofrem com um sintoma incômodo: a coceira nas varizes. Essa coceira pode variar de leve a intensa e, emalguns casos, interferir significativamente na qualidade de vida do p aciente. Te convido a continuar lendo e entender por que a coceira ocorre nas varizes e como é possível aliviar esse desconforto de forma eficaz. Por que as varizes causam coceira? Para entender por que as varizes causam coceira, é importante primeiro compreender o que são as varizes e como elas afetam o sistema vascular das pernas. As varizes são veias dilatadas e deformadas que ocorrem quando as válvulas venosas não funcionam adequadamente. Normalmente, as válvulas nas veias das pernas ajudam a direcionar o fluxo sanguíneo de volta ao coração, evitando o acúmulo de sangue nas veias. No entanto, quando essas válvulas enfraquecem ou se danificam, o sangue pode se acumular nas veias, causando a dilatação e o inchaço característicos das varizes. A coceira nas varizes está relacionada a esse acúmulo de sangue. Quando o sangue fica estagnado nas veias, ele libera substâncias inflamatórias, como a histamina, que podem irritar a pele ao redor das varizes. Essa irritação da pele é o que desencadeia a coceira. Portanto, podemos dizer que a coceira é uma resposta do corpo à inflamação provocada pela presença de sangue acumulado e substâncias irritantes na área das varizes. Por que a coceira é mais intensa em alguns momentos? A coceira nas varizes pode variar em intensidade ao longo do dia e em diferentes situações. Alguns fatores que contribuem para essa variação incluem: Posição em pé Durante o dia, quando ficamos em pé por longos períodos, a gravidade dificulta ainda mais o retorno do sangue das pernas ao coração. Isso faz com que o sangue se acumule nas veias, intensificando a coceira. Calor O calor dilata as veias e pode aumentar a coceira nas varizes. Nos dias quentes, muitas pessoas relatam que a coceira se torna mais intensa. Exercício físico Atividades físicas que exigem esforço das pernas, como caminhadas longas, podem aumentar temporariamente a coceira devido ao aumento do fluxo sanguíneo. Irritação química Produtos de higiene pessoal, como sabonetes e loções perfumadas, podem irritar ainda mais a pele ao redor das varizes, intensificando a coceira. Alergias Algumas pessoas podem desenvolver alergias a materiais presentes em meias ou bandagens de compressão, o que pode desencadear coceira. Como aliviar a coceira nas varizes? O alívio da coceira nas varizes é um aspecto importante do tratamento dessa condição. Existem várias estratégias que podem ser eficazes para reduzir a coceira e melhorar o conforto do paciente: Tratamento das varizes: o tratamento adequado das varizes é fundamental para controlar os sintomas, incluindo a coceira. O médico vascular pode recomendar procedimentos como a escleroterapia, que envolve a injeção de uma substância nas varizes para fechá-la. Em casos mais graves com veias mais calibrosas, pode-se utilizar o Laser Endovenoso a Espuma e até mesmo a Cirurgia de retirada de varizes. Esses tratamentos visam eliminar as veias doentes e consequentemente o acúmulo de sangue nas veias, reduzindo assim a coceira. Meias de compressão: o uso de meias de compressão graduada é uma medida eficaz para aliviar a coceira nas varizes. Essas meias ajudam a melhorar o fluxo sanguíneo das pernas, reduzindo o acúmulo de sangue nas veias. É importante escolher meias de compressão adequadas e seguir as orientações do médico quanto ao seu uso. Hidratação da pele: manter a pele bem hidratada pode ajudar a reduzir a coceira. Use loções ou cremes hipoalergênicos e sem perfume para evitar qualquer irritação adicional. Evitar substâncias irritantes: evite produtos de higiene pessoal que contenham ingredientes que possam irritar a pele. Opte por sabonetes suaves e neutros. Banho de água fria: tomar banhos de água fria pode proporcionar alívio temporário da coceira, já que a água fria ajuda a acalmar a pele irritada. Medicamentos anti-histamínicos: em casos de coceira intensa, o médico pode prescrever medicamentos anti-histamínicos para ajudar a controlar a coceira. Elevação das pernas: elevar as pernas sempre que possível ajuda a reduzir o acúmulo de sangue nas veias, aliviando a coceira e o inchaço. Evitar o calor excessivo: em dias quentes, evite ambientes muito quentes e use roupas leves para evitar o aumento da coceira. Qual o real perigo da coceira provocada pelas varizes? Sempre falo para minhas pacientinhas que coceira de varizes é um sinal de alerta de gravidade da doença. Ela indica que as varizes passaram para uma fase mais avançada. Além disso, o ato de coçar a pele no local das varizes pode irritar e machucar a pele e dar origem à temida úlcera varicosa. Além disso, a coceira pode levar bactérias e ainda provocar infecção como a Erisipela Agende uma consulta comigo e alivie esse e outros sintomas das varizes Lembre-se de que o tratamento das varizes deve ser personalizado e orientado por um médico especializado em cirurgia vascular. Cada paciente é único, e o tratamento adequado dependerá da gravidade das varizes e dos sintomas associados. Se você está sofrendo com coceira nas varizes, não hesite em procurar a orientação de um médico vascular experiente. O alívio da coceira e do desconforto das varizes está ao seu alcance, e você não precisa mais conviver com esse incômodo. Cuide da sua saúde vascular e recupere o bem-estar das suas pernas. Não deixe que a coceira nas varizes limite sua qualidade de vida. Agende uma consulta agora mesmo e dê o primeiro passo em direção a pernas saudáveis e livres de desconforto.
Dicas de alimentação após o seu tratamento para varizes

Nossa alimentação é um dos fatores decisivos para manter um corpo saudável e uma vida com mais energia e qualidade. Não tem problema dar “escapadas” de vez em quando, mas é importante estabelecer uma rotina alimentar capaz de suprir todas as necessidades nutricionais do nosso corpo. Existem muitas doenças relacionadas a uma má alimentação, afetando, também, o sistema circulatório. Diabetes, hipertensão, dislipidemias – elevação dos níveis de colesterol ruim e/ou triglicerídeos no sangue – são fatores de risco para doença arterial e podem ser consequências dos excessos alimentares cometidos. Com a piora do quadro, podem acontecer infartos, AVC e obstruções nas artérias dos membros. Além disso, o excesso de peso tende a prejudicar a circulação nas veias das pernas, levando muitas vezes ao edema (inchaço) e ao surgimento de varizes. Ainda que muitos tratamentos para varizes não exijam restrições alimentares, é importante tentar manter uma alimentação leve e saudável durante o período de recuperação. No caso dos tratamentos cirúrgicos, é preciso procurar alimentos que não atrapalhem a cicatrização. Durante o período de recuperação, evite os seguintes alimentos: Carnes gordurosas Fast Food Alimentos embutidos Frituras A grande dica é ⠀buscar sempre alimentos naturais, menos industrializados. Evite o excesso de carboidratos refinados, procurando alimentos frescos, coloridos e mais saudáveis. Evitar o consumo excessivo de sal também pode ajudar muito, visto que é capaz de reter líquido em nosso organismo, aumentando a sensação de inchaço, prejudicando a circulação sanguínea e elevando a pressão arterial. É importante entender que devemos manter uma alimentação saudável não só durante a recuperação de um procedimento ou para evitar novas varizes. Comer de maneira saudável é a chave para uma vida com mais saúde e mais energia no nosso dia a dia. Em caso de dúvidas, procure o seu cirurgião vascular e faça todos os seus questionamentos. É importante não ficar com nenhuma dúvida, para ter um pós-operatório tranquilo e livre de complicações.
Quais são os melhores exercícios físicos para quem tem varizes?

Exercícios físicos são muito importantes para a nossa saúde, mas para quem sofre com varizes e vasinhos, eles são indispensáveis. Fazer uma caminhada algumas vezes por semana e colocar o seu corpo em movimento ajuda muito a evitar o sedentarismo e a piora do quadro de doença venosa. Além disso, algumas atividades físicas podem melhorar consideravelmente a circulação sanguínea, consequentemente melhorando sintomas como dores e inchaços, causados pelas varizes. Mas é preciso ter cautela. Alguns exercícios geram muito impacto e podem acabar desencadeando dores em pacientes com varizes e até mesmo gerando o aparecimento de novas veias doentes. O ideal é sempre conversar com o seu angiologista para saber quais atividades são mais recomendadas para você. Contar com a orientação de um profissional formado em educação física também pode ajudar bastante. Contudo, de modo geral, existem algumas atividades que são seguras para todos os pacientes e podem ser realizadas sem restrições, exceto em casos de recuperação após alguma cirurgia. Vamos conhecê-las? Caminhada Natação Hidroginástica Ciclismo Dança Yoga Pilates Apesar de esses serem os exercícios mais recomendados devido ao baixo impacto gerado, não necessariamente outras atividades físicas estão proibidas. Musculação e crossfit são dois bons exemplos de exercícios de fortalecimento muscular muito benéficos para o corpo. No caso da musculação, o tamanho da carga pode estar relacionado ao aparecimento de novos vasinhos e telangiectasias, portanto é bom ter cuidado e não exagerar. Um personal trainer especializado poderá te auxiliar a determinar qual o melhor treino para você. Um detalhe importante é observar o seu equipamento de treino. Um bom tênis, com solado adequado, pode ajudar a absorver o impacto. De maneira contrária, um calçado não adequado pode aumentar o efeito nos pés e nas pernas, provocando dores. Quem acabou de fazer um tratamento para varizes deve tomar cuidado com as atividades praticadas durante o tempo de recuperação. Apesar disso, é fundamental para o tratamento que o paciente se mantenha em movimento, ajudando a circulação sanguínea a trabalhar corretamente e evitando o aparecimento de problemas como trombose. Nesse caso, a caminhada durante alguns minutos por dia é a atividade física mais recomendada e pode ajudar a aliviar muitos sintomas no pós operatório. É preciso conversar com o seu angiologista, para que ele possa estudar seu caso de perto e determinar quais atividades você pode ou não fazer. Lembre-se que o mais importante é manter-se em movimento. O seu corpo e a sua saúde agradecem!
Bronzeamento X Varizes: entenda por que essa é uma relação perigosa
O verão é uma época bastante delicada para quem sofre com as varizes e os vasinhos. Além da questão da autoestima e da vontade de exibir o corpo livremente, existem algumas problemáticas envolvendo o sol e a doença venosa, principalmente para quem está no meio de um tratamento. O sol não é amigo de quem sofre com as varizes e, portanto, é preciso tomar muito cuidado durante o verão. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, bronzear-se, por exemplo, ao invés de ajudar a disfarçar as manchas e colorações diferentes causadas pela doença venosa, tende a piorar o problema causando ainda mais hiperpigmentação da pele. Isso acontece porque os raios ultravioletas do sol, ao incidir sobre a pele, estimulam dos melanócitos a produzirem mais melanina, a nossa pigmentação natural. Como a função da melanina é, também, proteger a pele de agressões e considerando que o sol é um dos grandes agressores, causando até mesmo queimaduras, esses melanócitos são “ativados” durante toda a exposição solar. Aliás, é exatamente isso que causa o efeito de bronzeamento e também de manchas na pele. É por isso que deve-se tomar muito cuidado com a exposição solar durante o seu tratamento para varizes. Procedimentos como escleroterapia, tratamento de vasinhos à laser ou cirurgia de varizes causam pequenas agressões na pele, o que estimula a produção de melanina nos locais lesionados. Caso o paciente seja exposto à luz solar por um longo período de tempo logo após o tratamento, ocorre um efeito intensificado do estímulo dos melanócitos, causando uma “dupla pigmentação” na região tratada. O resultado? Manchas e hiperpigmentação da pele. A quantidade de manchas vai depender do grau de agressão sofrido pela pele e da frequência e intensidade da exposição solar, variando de paciente para paciente. Mas é um risco que não vale a pena correr já que, uma vez que as manchas de melanina apareçam, são muito difíceis de serem completamente removidas. Para evitar esse cenário, é recomendado, inclusive, que o paciente não se bronzeie e evite exposição solar intensa por pelo menos 15 dias antes do procedimento, para evitar o estímulo da melanina e garantir um resultado mais uniforme. Em geral, após uma semana é permitido se expor ao sol, contudo somente o seu cirurgião vascular, que está estudando o seu caso de perto, poderá liberar ou não o bronzeamento e os banhos de sol. Efeitos nocivos do sol O sol não é nosso vilão. Pelo contrário, a vitamina D produzida durante a exposição solar é essencial para o bom funcionamento do corpo humano, estimulando o sistema imunológico, prevenindo o aparecimento de doenças como a osteoporose e alguns tipos de câncer e até mesmo diminuindo o risco de desenvolver depressão. É importante tomar sol por alguns minutos e os horários ideais para isso são antes das 12h e depois das 16h. Experimente dedicar de 15 a 30 minutos do seu dia para tomar um banho de sol e veja como a sua saúde e o seu bem-estar vão melhorar. Só que é preciso tomar cuidado e seguir as orientações médicas para não sofrer com os efeitos nocivos do sol. A exposição prolongada sem a devida proteção solar além de causar insolação e queimaduras solares, pode estimular o envelhecimento precoce e o aparecimento de manchas e favorecer o surgimento de câncer de pele. A sua pele é a sua maior proteção, a barreira que fornece um escudo entre o seu corpo e as agressões externas. Procure o auxílio de um dermatologista para entender como cuidar dela da melhor forma possível e como aproveitar os benefícios do sol sem colocar em risco a sua saúde.
Porque o sol é INIMIGO das varizes?

Sabia que você – que acabou de começar seu tratamento para varizes e vasinhos – precisa tomar muito cuidado com o sol? Isso acontece porque a melanina, responsável por proteger a pele de agressões e pequenos traumas, é “ativada” quando pegamos sol ou nos bronzeamos, para defender a pele das pequenas agressões da luz solar. Contudo, quando fazemos um tratamento para varizes, a pele também sofre micro agressões e, ao pegar sol, ficamos mais suscetíveis às manchas de melanina. Ou seja, quando nos bronzeamos antes ou depois do procedimento, a derme fica duplamente exposta à ação da melanina e de maneira pouco uniforme, causando as manchas. Mas se você ainda não começou o seu tratamento, também precisa ficar muito atento no verão porque é comum que o quadro de doença venosa e seus sintomas piorem durante esse período. Entenda a relação entre o calor e as varizes Durante as estações mais quentes, os sintomas das varizes tendem a piorar por causa das temperaturas elevadas, que contribuem para a dilatação dos vasos, causando mais desconforto e inchaço no paciente. Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), durante o verão há um aumento de cerca de 30% nas queixas dos sintomas de varizes. Existem algumas medidas que você pode tomar para diminuir esses sintomas, como atividades físicas de baixo impacto, movimentar-se após muito tempo parado, elevar os membros, evitar fumar, comer saudavelmente… Tudo isso pode te ajudar a aliviar os sintomas das varizes e passar por esse período com mais conforto. Porém, é importante ressaltar que essas são medidas paliativas e, infelizmente, a doença venosa não desaparece com o tempo, pelo contrário, tende a piorar. Somente um tratamento específico para o seu caso pode desaparecer com as suas varizes. É possível tratar as varizes durante o verão? O verão é uma das estações do ano mais aguardadas pelo brasileiro e é normal que as pessoas queiram se sentir mais bonitas durante essa época. Contudo, é preciso certo rigor da parte do paciente para que o tratamento seja bem-sucedido durante essa época do ano. Após tirar todas as suas dúvidas com o seu cirurgião vascular de confiança, é necessário tomar alguns cuidados antes do procedimento. Comece a praticar exercícios físicos de baixo impacto, como caminhadas e natação, evite o uso de roupas apertadas e minimize a exposição solar ao máximo por pelo menos duas semanas antes do procedimento. Se bronzear? Não pode! Quanto aos tratamentos, existem vários tipos e podemos, juntos, decidir qual é o procedimento ideal para o seu caso. Conheça os tratamentos mais comuns: Laserterapia; Escleroterapia com espuma; Escleroterapia líquida – a Escleroterapia Ampliada; Cirurgia. Você não precisa conviver com o desconforto causado pelas varizes. Agende uma consulta e dê início ao seu tratamento. Para agendar no Instituto Charles Esteves, basta clicar aqui.
Entenda porque o inverno é amigo das varizes

Para muitas pessoas, o inverno é a melhor estação do ano. O tempo frio, as bebidas quentes, os agasalhos… Muita gente espera ansiosamente pela chegada da época de baixas temperaturas. Contudo, quem sofre de varizes possui um motivo a mais para ansiar pelo inverno: o frio ajuda a aliviar alguns dos sintomas das varizes, reduzindo o desconforto nas pernas durante esse período. Já percebeu que, quando estamos com dor nas pernas causadas pelas varizes, compressas geladas ou banhos de água fria ajudam no alívio temporário do desconforto? Isso acontece porque com as baixas temperaturas os vasos sanguíneos sofrem menos dilatação, reduzindo o calibre do sangue, e diminuindo inchaço e dor na região. Outro ponto bastante favorável é que durante o inverno as pessoas se agasalham mais, o que é ótimo para quem está passando por um tratamento de varizes e precisa evitar a exposição solar para não manchar a pele. Contudo, embora o frio possa ajudar quem sofre de varizes, ele pode atrapalhar quem tem problemas com a circulação arterial. A vasoconstrição provocada pelo frio pode atrapalhar os pacientes diabéticos, hipertensos, fumantes, com colesterol elevado, problemas cardíacos e sedentários. A redução do fluxo arterial diminui a oxigenação dos tecidos levando a quadros de isquemia, infarto e trombose arterial que são extremamente perigosos. Atividades físicas durante o inverno Outro ponto a ser ressaltado é que durante o inverno as pessoas tendem a ser menos ativas fisicamente, favorecendo o aparecimento e a piora dos vasinhos e das varizes. Para quem sofre para fazer seus exercícios na academia ou ao ar livre quando a temperatura está baixa, uma ótima dica é praticar exercícios dentro de casa, assim você não precisa se incomodar com o frio e mantém a sua saúde em dias. Aliado a isso, beba bastante água, evite o uso de roupas apertadas por longos períodos de tempo e fique longe do tabagismo. Assim, se você sofre de varizes, poderá aproveitar o inverno sem prejudicar o seu quadro de doença venosa. A melhor época para tratar varizes Além do fato de nos expormos menos ao sol durante o inverno e as baixas temperaturas provocarem alívio temporário para quem sofre com varizes, existem outros motivos que tornam o inverno a época perfeita para iniciar seu tratamento. O uso de meias elásticas, essenciais para um pós operatório bem-sucedido, é muito mais confortável no clima ameno, já que o inchaço e o desconforto são reduzidos consideravelmente. Embora o inverno seja uma época bastante agradável e facilite a vida de quem sofre com a doença venosa, não deixe de dar início ou continuidade ao seu tratamento apenas porque você estará mais agasalhada e suas pernas não estarão a mostra. As varizes são um problema muito além da estética e interferem diretamente na saúde do seu organismo. Varizes não tratadas podem se desdobrar em problemas graves, como úlceras e tromboses. Por fim, ao dar início ao seu tratamento durante o outono ou o inverno, a depender do caso, você poderá desfrutar de pernas muito mais bonitas durante o verão, além de se sentir muito mais disposta, sem o peso constante das varizes e seus sintomas. Cuide da sua saúde em qualquer estação do ano.
Como prevenir as varizes?
Você sabia que as varizes atingem cerca de 38% da população brasileira? Pois é, estes dados são da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). E dentre os fatores de risco para a doença está a predisposição familiar, a idade e a obesidade. Além da parte estética que costuma incomodar, quem tem varizes está sujeito a desenvolver: dores, cansaço, inchaço, sensação de peso nas pernas, entre outros sintomas. Para quem tem casos da doença na família, a prevenção costuma ser ainda mais importante. Para isso, existem alguns hábitos que podem ser tomados para evitar o surgimento de novas varizes. São eles: Evitar fumar; Evitar roupas apertadas; Evitar permanecer muito tempo em pé ou sentado; Manter uma alimentação mais saudável; Optar por calçados mais confortáveis; Praticar exercícios físicos regularmente; Reduzir o uso de medicamentos que podem contribuir para o surgimento das varizes (Ex: anticoncepcional); Se hidratar com frequência; Utilizar meias elásticas de compressão. A importância de tratar as varizes O tratamento ainda é a melhor forma de prevenção da doença. Grande parte das varizes tem origem genética e especialmente nesses casos, pode ser que no futuro algumas veias que antes eram saudáveis, fiquem doentes. Portanto, é extremamente importante tratar as varizes já existentes, evitando que evoluam para alguma outra doença/complicação ou até mesmo desencadeia a formação de outras a partir delas. Em alguns casos, as veias doentes podem evoluir para trombose venosa, úlcera ou até mesmo manchas nas pernas. Atualmente existem vários tipos de tratamentos para as varizes, microvarizes e vasinhos, que podem ser feitos causando um mínimo impacto na rotina dos pacientes. Ou seja, são procedimentos feitos sem cortes, nem internação que dispensam a necessidade de repouso. Vale lembrar que cada caso precisa ser avaliado por um cirurgião vascular especialista na área. O Dr. Charles Esteves possui mais de 27 anos de experiência consolidada. As varizes te incomodam? Clique aqui e agende uma avaliação personalizada na Clínica Charles Esteves.
Como prevenir trombose venosa na cirurgia de varizes?

A Trombose venosa é uma doença bastante comum. Mas, você sabe qual é a relação do tromboembolismo venoso e das varizes? De acordo a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), cerca de 38% dos brasileiros têm varizes. Primeiramente, as varizes são veias tortuosas, dilatadas que dificultam o funcionamento da circulação do sangue de volta para o coração. Já a trombose venosa acontece quando um coágulo se forma na circulação sanguínea. Dessa forma, há um entupimento da veia. As duas doenças podem ser ocasionadas por fatores genéticos, mas quem tem varizes se não tratar corretamente pode desencadear a trombose venosa. Isso acontece porque quando um coágulo impede o fluxo sanguíneo ocorre a trombose. Vale lembrar que não é todo mundo que têm varizes que está sujeito ao tromboembolismo venoso, mas o risco é maior. Outro fato interessante que precisa ser desmistificado é quem acha que apenas os idosos podem ter este problema. A verdade é que jovens que têm entre 20 e 40 anos também estão expostos aos riscos da doença, especialmente, pelos fatores de risco, como por exemplo: uso de anticoncepcionais, ficar muito tempo sentado ou em pé, gravidez, obesidade e sedentarismo. Por que tratar as varizes é tão importante? A trombose venosa acomete geralmente os membros inferiores como as pernas, coxas e panturrilha, por exemplo. Dentre os principais sintomas estão: dor no local atingido pelo coágulo, vermelhidão, inchaço, sensação de peso nas pernas e algumas pessoas podem notar também alteração na cor da área afetada que pode ficar avermelhada ou arroxeada. Por isso, para evitar complicações mais graves como a trombose venosa ou úlceras, é muito importante procurar um especialista para tratar as varizes o quanto antes. Se você deseja tratar as varizes com um profissional especializado na área, com carreira consolidada há mais de 27 anos. Clique aqui e agende a sua consulta na Clínica Charles Esteves.
Viagens de avião de longa duração podem causar Trombose Venosa?
Um dos meios de locomoção mais utilizados no mundo é o transporte aéreo, conduzindo bilhões de pessoas todos os anos. De acordo com a Agência Nacional de Aviação, no ano de 2019, o Brasil registrou o maior número de passageiros transportados pela aviação civil da história, totalizando cerca de 119 milhões de pessoas transportadas em voos domésticos e internacionais. O estudo mostra ainda que os voos internacionais mais longos saindo do Brasil tiveram duração média de 12 horas, sendo esse tempo considerado um fator de risco para o aumento de doenças e problemas vasculares, como a trombose venosa, doenças essas que estão associadas à viagens de avião. Viagens de Longa Duração e o risco de Trombose Venosa A ocorrência de edemas é um aspecto importante em voos de longa duração, pois afeta tanto passageiros saudáveis quanto pacientes que apresentam varizes e outros problemas cardiovasculares. Estudos apontam que quase todos (cerca de 97%) os passageiros apresentam edemas após viagens de mais de 7 horas de duração. Para as pessoas com varizes, o risco de Trombose Venosa se dá pela ausência de movimentos durante o voo, devido à permanência prolongada em assentos – esse risco também se apresenta em viagens de carro e ônibus. Isso acontece, pois indivíduos com varizes já apresentam um fluxo sanguíneo nas pernas mais lento, e a alta pressão do voo faz com que isso se agrave, além de apresentar dores e peso nos membros inferiores do corpo. Medidas Profiláticas para diminuir o risco de Trombose Venosa Para diminuir os riscos de Trombose Venosa durante voos de longa duração, é necessário que o passageiro adote algumas medidas de prevenção. Entre elas estão: Movimentar-se durante o voo Andar pelos corredores dos aviões é uma boa maneira de evitar a formação de edemas durante o voo. É importante que pelo menos a cada hora, o passageiro levante de seu assento e dê uma volta. É fundamental ainda, que mesmo estando em seu assento, o indivíduo mantenha a movimentação. Trocar as posições das pernas e exercitar as panturrilhas, contribuindo assim, com a melhora da circulação sanguínea. Atenção ao escolher as roupas que serão usadas durante o voo Dê prioridade para peças mais confortáveis e preferencialmente soltas, pois peças muito justas podem prender a circulação. Ademais, utilize meias de compressão graduada. É importante frisar que essas meias de compressão devem ser compradas em estabelecimentos especializados, que serão capazes de medir a circunferência do tornozelo e panturrilha. Manter-se hidratado Manter o corpo abastecido de água durante o voo é necessário, pois melhora o fluxo de sangue no corpo. Não se hidratar durante uma viagem de longa duração faz com que o sangue fique mais viscoso, o que facilita a formação de trombos. Existe ainda a profilaxia farmacológica, que consiste no uso de medicamentos para evitar edemas e coágulos sanguíneos, mas frisamos a importância de consultar um médico antes de fazer uso de qualquer medicamento, caso apresente problemas vasculares e queira fazer uma viagem de longa duração, antes de fazer uso de qualquer remédio. Uma avaliação individual, pesando os riscos e benefícios das medidas aqui citadas, é a melhor forma de se prevenir durante sua viagem. Na Clínica Charles Esteves temos todo o aparato para analisar sua situação, realizando consultas, exames e tratamentos. Clique aqui e agende sua avaliação.
Microvarizes ou Vasinhos? Características que te ajudam a entender as diferenças.

As microvarizes e os vasinhos são bastante comuns, principalmente nas mulheres. Além do desconforto estético, eles podem provocar alguns incômodos como dores, inchaços e queimação na pele. As microvarizes, também chamadas de veias reticulares, são aquelas veias esverdeadas visualizadas por baixo da pele com calibre de 1 a 3 mm. Acima desse tamanho, elas já são classificadas como varizes. Elas podem estar relacionadas com vasinhos, varizes mais grossas e veias perfurantes. Também podem ser visualizadas a olho nu, mas para um diagnóstico detalhado é necessário exames de Fleboscopia, e de Ultrassom Vascular com Doppler que fazem o mapeamento e detectam todas as conexões existentes. Já os vasinhos, ou telangiectasias variam de 0,1 a 1 mm de diâmetro. São mais frequentes na lateral externa da coxa, nas pernas e nos pés. Apresentam coloração azulada ou avermelhada e aparência semelhante a de uma teia de aranha. A causa mais comum para o surgimento de microvarizes e vasinhos é a influência genética e a predisposição familiar. Mas outros fatores também podem influenciar, como gravidez, idade avançada, excesso de peso, sedentarismo, histórico de trombose, dentre outros. A principal forma de prevenção e retardamento para o aparecimento de microvarizes e vasinhos é a adoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos e uma alimentação saudável e rica em nutrientes, ter um bom controle hormonal e de peso. Profissões que exigem longas permanências de pé como professores, balconistas, enfermeiras necessitam mais atenção e meias elásticas trazem muitos benefícios. Além desses cuidados, o médico vascular pode indicar tratamentos de técnicas variadas como laser, espuma, escleroterapia ampliada, e em casos mais graves, intervenções cirúrgicas. É importante destacar que as microvarizes e os vasinhos são estágios de uma doença vascular crônica e evolutiva. Portanto, não têm cura, mas podem ser tratadas e controladas para que não piorem, trazendo assim maiores transtornos. O paciente deve iniciar o tratamento o quanto antes. Pois, as doenças varicosas são complexas, e se tratadas precocemente, melhores e mais eficazes serão os resultados obtidos. Consulte sempre um médico vascular para entender melhor o seu caso, e quais são as possibilidades de tratamento. Faça acompanhamento com especialista. Agende a sua consulta!