Entenda o que são varizes pélvicas e como é o tratamento

No nosso corpo as veias têm como função levar o sangue que está sem oxigênio de volta para o coração e pulmão para que eles se oxigenem e continuem o fluxo de nutrição do corpo. Se as veias estiverem saudáveis não ocorrerá nenhum problema, mas alguns fatores podem atrapalhar esse processo. As veias que estão saudáveis possuem pequenas válvulas que ajudam o sangue a retornar para o coração. Quando essas válvulas estão danificadas elas dificultam a circulação, e com mais sangue acumulado em suas finas paredes essas veias se dilatam e o sangue fica acumulado. Geralmente essas veias aparecem nas pernas, mas podem aparecer em qualquer outra parte do corpo. As varizes pélvicas são veias dilatadas que surgem principalmente na mulher próximo ao útero, trompas e ovários. Nos homens essas varizes são mais comuns nos testículos, e geralmente são chamadas de varicocele. Quais são os fatores de risco? Todos podem sofrer com as varizes pélvicas, mas normalmente as mulheres entre 30 e 50 anos que tiveram uma ou mais gestações estão mais propensas a sofrerem desse problema. Isso acontece porque durante a gravidez as veias pélvicas se alargam e caso não retornem ao tamanho normal após o parto há grandes chances da mulher desenvolver as varizes pélvicas. Pessoas com histórico familiar de varizes, ou mulheres com problemas hormonais e distúrbios menstruais também fazem parte dos fatores de risco e podem desenvolver mais facilmente as varizes pélvicas. Quais são os sintomas das varizes pélvicas? Geralmente os sintomas apresentados são: Dores pélvicas e no abdômen, com mais intensidade nos dias próximos a menstruação; Incontinência urinária; Inchaços; Dores durante o período menstrual; Dores durante as relações sexuais; Sensação de peso na região do baixo ventre; Sangramento intenso durante o período menstrual; Distúrbios hormonais e de fertilidade; Varizes visíveis na região da vagina, coxas ou bumbum. Pode ocorrer melhora nos sintomas quando a mulher permanece sentada ou deitada. Pois, nessa posição o sangue tem mais facilidade de retornar para o coração. Mas, várias mulheres relatam uma dor que está sempre presente. Como é feito o diagnóstico e o tratamento? Após o surgimento dos sintomas, o médico faz o diagnóstico das varizes pélvicas através de exames como o eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angioressonância. A flebografia também é um exame que pode ser necessário caso seja necessária intervenção cirúrgica. Após a confirmação do diagnóstico, o tratamento tem como objetivo diminuir os sintomas como a dor na região pélvica, a dor durante as relações sexuais e a sensação de peso ou inchaço na região íntima do paciente. Se os sintomas não apresentarem melhoras ou se ainda assim continuarem intensos, o médico vascular pode indicar a realização de uma embolização das veias. Esse procedimento consiste em inserir um cateter fino pela vai até o local da variz, liberando uma substância que diminui a variz e aumenta a força da parede da veia. Não existe tratamento definitivo para as varizes. No entanto alguns hábitos e medicamentos podem ajudar a controlar os sintomas. Faça acompanhamento com um médico vascular e cuide da sua saúde. Agende uma consulta!
Trombose tem cura?

A trombose é caracterizada pela formação de coágulos de sangue no interior de veias e artérias. Esses coágulos impedem a circulação sanguínea, causando dor e inchaço na região atingida. Geralmente a trombose ocorre após uma cirurgia, um corte ou a falta de movimento dos membros do corpo por muito tempo. Ela é mais frequente após procedimentos cirúrgicos ortopédicos, oncológicos e ginecológicos. É um problema que afeta principalmente as mulheres, mas os homens também podem ter trombose, que pode ser classificada como superficial ou profunda, e em qualquer um dos casos o tratamento deve ser iniciado imediatamente. Pois, o coágulo de sangue pode se desprender e se movimentar na corrente sanguínea causando um processo chamado embolia. A embolia pode ficar presa no cérebro, nos pulmões, no coração ou em outras áreas do corpo levando a graves lesões. A trombose tem cura e o tratamento possui um objetivo principal: impedir o crescimento e o deslocamento dos coágulos. O tratamento é orientado por um cirurgião vascular ou um médico cardiologista. E, em casos mais graves é recomendado intervenção cirúrgica. Após iniciar o tratamento o paciente já sente sinais de melhora, diminuindo a vermelhidão e a dor na região atingida. Caso ocorra inchaço na região da perna ela pode demorar algumas semanas para reduzir. Em casos de piora, ou seja, em que há o deslocamento do coágulo o paciente pode sentir dificuldade súbita para respirar, dor no peito, tonturas, desmaio ou tosse com sangue. Nesse caso é necessário procurar imediatamente ajuda médica. A trombose possui várias causas e fatores de risco, porém a maior parte são evitáveis. Dentre as principais causas estão: uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal; tabagismo; obesidade; hereditariedade; presença de varizes; insuficiência cardíaca; gravidez, dentre outros. A prevenção da trombose pode ser realizada com uma alimentação saudável, boa hidratação e a prática regular de exercícios físicos. Cuidar da saúde vascular também é essencial para reduzir e afastar a trombose. Faça check ups periódicos. Agende a sua consulta!
Varizes na gravidez: mantenha sua saúde vascular nesse período

As varizes são veias dilatadas que surgem nas pernas e podem causar dores, incômodos, inchaços e complicações mais sérias como uma trombose, hemorragia e úlcera. Além das características típicas da gestação, nos últimos três meses de gravidez as mulheres tendem a apresentar algumas varizes nas pernas. A principal preocupação da gestante deve ser com o sobrepeso. Quanto mais peso ela ganhar, mais irá sofrer com a sobrecarga e o inchaço nas pernas. Por isso é necessário manter uma rotina de alimentação saudável e exercícios físicos. As grávidas apresentam mais varizes, pois além das alterações hormonais, há um aumento de sangue circulando pelo corpo, aumento da produção de estrogênio e progesterona, e um considerável aumento de peso fazendo com que as veias das pernas se dilatem gerando novas varizes ou aumentando aquelas que já existem. O surgimento das varizes está diretamente ligado ao histórico familiar. Não existe remédio ou dieta específica que ajude na prevenção. Mas, com alguns cuidados é possível diminuir o desconforto que elas causam. Evitar o ganho de peso em excesso, ingerir menos sal, fazer exercícios físicos e usar as meias de compressão podem ajudar na prevenção de varizes. A drenagem linfática também pode auxiliar na redução dos inchaços e melhorar o fluxo sanguíneo. É importante destacar que você não deve comprar meias de compressão por conta própria. Consulte o seu médico vascular para verificar o modelo, tamanho e compressão mais indicado para o seu caso. Pois, se utilizadas da forma incorreta elas podem ser prejudiciais. Os tratamentos como cirurgias e aplicações para varizes não podem ser feitos durante a gravidez. Mas, a boa notícia é que as varizes que são desenvolvidas nesse período tendem a diminuir em quantidade e até desaparecer de três meses há um ano após o nascimento do bebê. É fortemente recomendado tratar as varizes antes de engravidar para se evitar todo o desconforto desta doença. Se você pensa em engravidar em breve, fique atenta para procurar seu médico vascular pelo menos seis meses antes para cuidar da sua circulação com toda a tranquilidade. Se você já está grávida, fique ligada aos primeiros sinais e sintomas de varizes e faça acompanhamento com seu vascular junto com seu ginecologista/obstetra. Marque sua consulta.
Úlceras varicosas: conheça as causas e quais são cuidados

A úlcera varicosa, também conhecida como úlcera venosa é uma ferida que geralmente está localizada na parte de dentro da perna próximo ao tornozelo. Esse tipo de ferida é a complicação mais grave de quem apresenta a doença chamada Insuficiência Venosa Crônica que é um conjunto de alterações decorrentes de varizes não tratadas ou como sequela de uma trombose venosa (entupimento de uma veia interna). A palavra “Crônica” já define que é necessário muito tempo para o problema se manifestar. Por exemplo, quem vai deixando as varizes permanecerem por muitos anos, vai aos poucos percebendo um escurecimento na pele, perda de pelos seguido por episódios de inflamação, às vezes coceira, dor e por um pequeno trauma ou mesmo espontaneamente, surge uma pequena feridinha que vai aumentando, aumentando e pronto! Aparece a úlcera. Acontece que com o passar do tempo, o acúmulo de sangue sem oxigênio e cheio de resíduos parado nas veias começa a infiltrar os tecidos, gerando inflamação e necrose (morte dos tecidos). O sedentarismo, excesso de peso, hábito de fumar e falta de cuidados, são fatores que aceleram o aparecimento das úlceras venosas. Além disso, é comum ocorrerem infecções que pioram muito a situação. Quais são os principais fatores de risco? A úlcera varicosa aparece em quem sofre de varizes por muitos anos e em pessoas que sofreram trombose venosa, pois o retorno venoso não acontece corretamente, o que leva a um acúmulo de sangue venoso, sem oxigênio e “sujo” nas pernas. Essa falta crônica de oxigênio e a presença de substâncias tóxicas, como radicais livres e fatores inflamatórios levam à necrose de tecidos com formação de úlcera de difícil cicatrização. É comum encontrar pessoas com úlceras há 10, 20 ou 30 anos. A perna inchada com excesso de líquido dificulta a oxigenação da pele, tornando-a mais sensível e consequentemente menos resistente. Os principais fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da úlcera varicosa são: Presença de varizes; Passado de trombose venosa Sedentarismo; Obesidade; Hábito de fumar Osteoartrite ou artrose dificultando atividades físicas Passado de erisipelas Quais são os principais sintomas? No começo, geralmente aparece uma “coceira gostosa” que não alivia, e a “necessidade” de coçar traumatiza a pele que sem oxigênio não cicatriza facilmente gerando a úlcera. No início pode apresentar bordas irregulares e superficiais. Mas, de acordo com a evolução pode se tornar mais profunda e com bordas bem definidas. Dentre os sintomas mais comuns estão a coceira, o inchaço, a queimação. A dor quando importante pode indicar que há infecção associada. A pele fica alterada em torno da ferida, podendo ficar mais seca e descamativa ou avermelhada e com erupções, além de vazamento de líquido acompanhado de mau cheiro, sendo um sinal forte de infecção. Como é feito o diagnóstico e o tratamento? O mais importante é o médico vascular avaliar a causa do problema. Pesquisar se tem varizes, se tem sinais de uma trombose antiga ou se tem uma outra doença associada. As varizes costumam ser mais calibrosas, com defeito nas veias safenas e veias perfurantes. A úlcera varicosa pode ser confundida com úlceras provocadas por outras doenças como erisipelas, vasculite, trombose arterial e diabetes. Por isso é fundamental que a avaliação seja completa e realizada por um especialista. Exames de Ultrassom das veias e artérias com Doppler, exames de sangue e outros podem ser solicitados pelo profissional assistente. Após essa análise o tratamento é iniciado com dois objetivos: Eliminar a causa, ou seja, eliminar as veias que provocaram a ferida. Em nada adianta tratar da ferida sem tratar a causa. As veias doentes podem ser tratadas com Laser, Espuma densa guiada por ultrassom ou eventualmente uma cirurgia. Aliviar a dor, tratar infecções, e cuidar da ferida. Como se prevenir da úlcera varicosa? A melhor forma de se prevenir contra a formação de úlceras varicosas é não deixar as varizes sem tratamento. Quanto mais precoce o tratamento, menor o risco de se evoluir para uma úlcera. Se a pessoa sofreu uma trombose, deve fazer um acompanhamento constante com seu médico vascular, usar meias e ficar atento ao surgimento de sintomas tipo dor ou coceira que fatalmente podem desencadear uma úlcera. Hábitos de vida saudáveis como não fumar, combater a obesidade, manter controlados o diabetes e pressão alta, ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos com regularidade são muito importantes Recomendo evitar permanecer várias horas seguidas do dia em pé ou sentado. O hábito de elevar as pernas ajuda no alívio da pressão venosa. Uma sugestão bem legal é deitar-se com as pernas elevadas em nível mais alto que o coração no período das 11:00 às 12:00 e das 18:00 às 19:00. A utilização das meias de compressão também ajudam a manter a saúde vascular e a prevenir o surgimento da úlcera varicosa. Faça sempre acompanhamento com um médico vascular para evitar o surgimento de úlceras varicosas. Nossa missão é educar, cuidar e amparar as pessoas com problemas de circulação. Não deixe para depois o que você pode e deve cuidar hoje.
Os efeitos dos métodos contraceptivos no organismo

Os contraceptivos hormonais são altamente confiáveis na prevenção da gravidez, mas eles podem provocar alguns efeitos colaterais no nosso organismo. Saiba mais sobre alguns desses métodos e entenda quais são os efeitos causados. Anel vaginal É um anel transparente e flexível que combina progesterona e estrogênio e depois de inserido na vagina vai liberando esses hormônios aos poucos evitando que os ovários liberem os óvulos. É um método contraceptivo que pode causar corrimento, desconforto na vagina e até irritações. Em algumas mulheres provoca dores de cabeça e alterações de humor, além de alterações no peso. Injetáveis Os injetáveis mensais levam estrogênio e progestagênio em sua composição, já os trimestrais possuem progesterona sintética que pode causar irregularidade no ciclo menstrual e inchaços. Ambos os métodos são injeções intramusculares que podem ser aplicadas tanto no braço quanto nas nádegas. Por ser injetável seus efeitos colaterais são irreversíveis pelo período de um ou três meses. Pode provocar cefaléia e alterações de humor, assim como aumento de peso e incômodo abdominal. Os ciclos menstruais podem se tornar irregulares e mesmo sendo raro pode apresentar coágulos (trombose), ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Adesivos Como o próprio nome já diz são adesivos colados na pele semanalmente durante 21 dias. Eles devem ser fixados perto do abdômen, coxa, nádegas ou costas e as doses de estrogênio e progestagênio são liberadas aos poucos. São eficazes e fáceis de usar, mas podem provocar um certo incômodo, pois ficam visíveis e podem se desprender do corpo. Dentre os efeitos colaterais estão coceira e vermelhidão no local da aplicação, além de sangramentos vaginais, retenção de líquidos, aumento da pressão arterial, alterações de apetite e desequilíbrios hormonais. DIU de cobre É um dispositivo em formato de T, colocado no útero por um médico e que pode durar de cinco a dez anos. O DIU de cobre libera íons de cobre que imobilizam o espermatozoide dificultando a sua mobilidade, e mesmo que ele consiga chegar até o óvulo o cobre impede a implantação do ovo fecundado na parede do útero. Esse é um dos métodos contraceptivos que provoca poucos efeitos colaterais, mas é possível que algumas mulheres apresentem cólicas abdominais e sangramentos mais intensos durante o período menstrual. DIU hormonal É bastante semelhante e atua da mesma forma que um DIU de cobre, porém a sua estrutura conta com uma haste que contém progesterona. Esse hormônio é liberado em pequenas quantidades para impedir a gravidez. Nos primeiros meses de uso o DIU hormonal pode haver redução ou ausência total do fluxo sanguíneo, em alguns casos podem aparecer os escapes que são pequenos sangramentos, além de espinhas, cefaleia, dores e tensões nas mamas e retenção de líquidos. Pílula É o método contraceptivo mais utilizado. Pode ter uma combinação de hormônios ou somente progestagênio, e é a única a passar pelo estômago e pelo fígado antes de ir para corrente sanguínea. Todos os hormônios passam pelo fígado, mas no caso da pílula isso ocorre duas vezes e esse processo deve ser levado em consideração para as mulheres que sofrem de problemas gastrointestinais ou hepáticos. Se já existe alguma predisposição para o surgimento de varizes ou para doenças como trombose, infarto, derrame ou embolia pulmonar, a pílula não é o método contraceptivo mais indicado, pois pode aumentar as chances de desenvolvimento dessas doenças. Consulte sempre o seu médico ginecologista juntamente com um médico vascular para avaliar qual o método contraceptivo é mais adequado para a sua saúde e para a sua rotina.
Não sofra com as varizes no verão!

As varizes não ganham destaque apenas no verão. Mas, devido ao calor, a exposição de sol em excesso, a sauna e os banhos quentes as veias aumentam sua dilatação e dificultam o transporte de sangue pelo corpo. Por isso as varizes têm muito mais chances de aparecer e se desenvolver no verão, principalmente nas mulheres. Com a dilatação das veias há um aumento da retenção de líquidos e um aumento da pressão arterial o que acaba provocando coceiras, inchaços, dores e ardências, além de claro, o desconforto estético. Para não sofrer com as varizes no verão e evitar qualquer tipo de chateação durante essa época do ano, confira algumas dicas importantes: Opte por usar roupas mais frescas; Aplique protetor solar com fator de proteção adequado; Sempre que possível refresque as pernas e os pés na água; Faça exercícios físicos para melhorar a circulação; Evite ficar longos períodos de exposição ao sol; Dê preferência a uma alimentação mais leve e fresca; Não depile com cera quente; Use as meias de compressão; Use salto com moderação; Ao final do dia coloque as pernas para o alto e fique um tempo de repouso. Não existem milagres, mas essas dicas podem te ajudar a não sofrer com as varizes no verão. Para quem já convive com as varizes, e já sentem dores e incômodo estético a recomendação é iniciar o tratamento antes da chegada do verão. Dessa forma os hematomas que podem surgir após os tratamentos desaparecerão aos poucos sem riscos de deixar manchas na pele. Mas, é importante ressaltar que tanto os medicamentos quanto as cirurgias são casos que devem ser avaliados individualmente por um médico angiologista ou cirurgião vascular. Somente ele é capaz de indicar o tratamento correto evitando assim problemas mais sérios no futuro. Quer saber mais sobre o tratamento de varizes? Agende agora mesmo uma consulta!
Veja como prevenir varizes em pessoas jovens

As varizes são mais comuns em pessoas mais velhas devido aos acontecimentos naturais do próprio organismo. Mas, as varizes em pessoas jovens é um problema que vêm surgindo cada vez mais cedo. Nas mulheres elas podem surgir devido à herança genética, ou pela combinação de outros fatores como o uso precoce de anticoncepcionais, por exemplo. Isso porque os anticoncepcionais contém hormônios como estrógeno e progesterona que são maléficos para o sistema venoso. Mas, para ambos os sexos além da oscilação hormonal fatores como sedentarismo e obesidade também influenciam e até favorecem os mais jovens a desenvolver esse tipo de problema. O surgimento precoce das varizes em pessoas jovens também possui relação direta com a alimentação. Pois, nessa fase há um consumo excessivo de doces, refrigerantes e fast-foods que acabam prejudicando a circulação e consequentemente favorecendo o aparecimento das varizes. Sem os cuidados adequados as varizes também podem atingir níveis mais avançados e profundos, por isso é importante observar qualquer tipo de alteração que apareça nas pernas e que vierem acompanhadas dos sintomas como dor, sensação de peso ou cansaço nas pernas, além de queimação, inchaço e até manchas escuras ao redor do tornozelo. Ao identificar esses sintomas o jovem deve procurar um médico angiologista para realizar uma avaliação e diagnosticar a presença de vasos doentes. Quando mais cedo isso acontecer, mais fácil e rápido será o tratamento. Alguns cuidados básicos podem evitar ou retardar o surgimento das varizes, como: Evitar o uso de roupas muito apertadas; Usar sapatos confortáveis; Evitar passar períodos muito longos na mesma posição; Fazer o repouso correto das pernas colocando-as para cima sempre que possível; Praticar exercícios físicos regulares em especial aqueles que ajudam a ativar a musculatura da panturrilha. As varizes em pessoas jovens dificilmente causarão problemas mais graves, mas essas complicações podem aparecer mais adiante, na fase adulta. Por isso, é melhor não correr riscos e buscar tratamento assim que observar os primeiros sinais.
Varizes na gravidez: o que fazer?
Elas podem surgir ou piorar durante a gravidez. Isso acontece, pois o útero em crescimento pressiona as veias pélvicas e a veia chamada cava inferior que irriga tanto os membros inferiores quanto a maioria dos órgãos pélvicos e abdominais. O aumento da pressão sanguínea, a elevação dos níveis de progesterona e o histórico familiar da paciente podem provocar o aparecimento das varizes na gravidez. Em muitos elas causam dores, inchaço e muito desconforto. Sintomas Os sintomas mais comuns são: Dores nas pernas e virilhas; Sensação de peso nas pernas; Inchaços frequentes nas pernas ao final do dia. Caso a gestante perceba inchaços frequentes nas pernas, vermelhidão e aumento da temperatura no local, ela deve procurar por um médico angiologista para realizar o diagnóstico do problema e indicar o melhor tratamento. Precauções Não há um remédio indicado para prevenir o surgimento de varizes na gravidez. Mas, é possível tomar alguns cuidados para diminuir o desconforto ao longo desse período. A mulher deve se preocupar com a alimentação e evitar o sobrepeso. Afinal de contas, quanto mais peso maior a sobrecarga sobre os membros inferiores. O ideal é manter uma dieta equilibrada, uma alimentação saudável e a prática constante de atividades físicas. Os exercícios físicos auxiliam na circulação de sangue e traz inúmeros benefícios tanto para a gestante quanto para o bebê. As meias de compressão também auxiliam na circulação sanguínea. Mas, devem ser prescritas por um médico. Isso porque elas possuem vários modelos, tamanhos e compressões e realizar a compra por conta própria pode prejudicar a sua saúde. Tratamento De um modo geral, as varizes adquiridas durante a gravidez desaparecem alguns meses após a gestação. Mas, caso os danos permaneçam é possível procurar um tratamento. É importante destacar que tanto as gestantes quanto as lactantes não podem se submeter a qualquer tratamento anti varizes. Pois, essa é uma fase em que o corpo sofrerá várias mudanças hormonais. Se você tem interesse em saber mais ou tirar dúvidas sobre esse assunto, agende uma consulta e fale com um dos nossos especialistas.
Doppler: o que é, como funciona e para que serve

A ultrassonografia com doppler é um exame bastante importante, solicitado pelo médico, para avaliar a circulação dos vasos sanguíneos e do fluxo de sangue de uma determinada parte do nosso corpo. Como funciona? Assim como uma ultrassonografia comum, o exame doppler é feito por um aparelho que emite ondas sonoras e ao atingir os tecidos do corpo retorna com um eco que é convertido em imagens. O médico pode solicitar este exame para avaliar qualquer parte do corpo do paciente, mas os principais pedidos são: Doppler das pernas: ele também é chamado de doppler dos membros inferiores. É solicitado para identificar varizes, tromboses, estreitamento dos vasos sanguíneos e também analisar a circulação sanguínea do paciente. Doppler fetal: solicitado durante a gravidez para avaliar se o fluxo sanguíneo entre o cordão umbilical e a placenta está ocorrendo de forma adequada. Doppler da tireóide: geralmente solicitado pelo endocrinologista, serve para avaliar as características dos vasos sanguíneos da tireóide. Doppler das carótidas: é indicado especialmente para aqueles pacientes com algum risco de AVC ou para identificar as possíveis causas naqueles que já sofreram o AVC. Doppler das artérias renais: é um exame solicitado por um nefrologista e serve para verificar qualquer alteração nos rins. Doppler da aorta: indicado para avaliar dilatações ou aneurisma. Para que serve? Com o doppler é possível observar imagens dinâmicas, e em tempo real. É um exame que não apresenta efeitos colaterais, e contribui para o diagnóstico das mais diversas doenças. De forma geral ele é solicitado para: Avaliar o funcionamento do fluxo sanguíneo de veias e artérias do corpo; Detectar possíveis casos de tromboses; Diagnosticar e avaliar veias varicosas; Identificar possíveis aneurismas ou dilatações nos vasos sanguíneos; Identificar estreitamentos ou oclusões das veias e artérias. Qual o preparo necessário? O Doppler é um exame simples e indolor. Ele dura de 30 a 60 minutos, tem grande precisão e pode ser repetido quantas vezes forem necessárias para o acompanhamento do quadro de saúde do paciente. De um modo geral é um procedimento que não necessita jejum, exceto nos casos em que for realizado na região abdominal.
Conheça os tipos de varizes existentes
As varizes podem aparecer nas mais diversas formas. Algumas são minúsculas linhas avermelhadas, outras apresentam uma cor azulada e há ainda aquelas que possuem uma espessura mais grossa e vem acompanhada por nódulos que saltam da pele. Existem três tipos de varizes e cada uma delas exige um tratamento diferente. Somente um médico especializado é capaz de realizar uma análise mais aprofundada e indicar o melhor tratamento. Quer saber quais são? vamos lá! Tipo 01 ou IVIPE – Insuficiência venosa de importância predominantemente estética São as pequenas veias com espessura de um fio de cabelo ou pouco maior. Geralmente elas surgem na cor avermelhada ou azulada e frequentemente aparecem em regiões como as coxas, as pernas, os glúteos e até mesmo nas costas. Essas varizes são consideradas como predominantemente estética, pois geralmente o paciente não relata qualquer sintoma além da aparência. E, embora seja um problema de saúde ela não oferece riscos imediatos. Tipo 02 ou IVIFE – Insuficiência venosa funcional e estética As varizes de tipo 02 contém veias de médio e grande calibre, e podem desencadear tanto um problema de saúde quanto um problema estético. Nessa situação o paciente necessita de um tratamento rápido para que não haja futuras complicações. Tipo 03 ou IVFA – Insuficiência venosa funcional assintomática Compreendem todas as situações que não envolvem a questão estética. Nas varizes tipo 03 o paciente está preocupado com a doença, pois ela pode resultar em mais complicações de saúde. O tratamento é cirúrgico e um pouco mais complicado, porém se realizado de forma adequada pode apresentar bons resultados. Tipo 04 ou IVFS – Insuficiência venosa funcional sintomática Esse é um dos tipos de varizes em que o paciente já possui o problema por algum tempo e não foi realizado nenhum tipo de tratamento. O tratamento também é cirúrgico, pois as varizes apresentam complicações. Quer saber mais sobre esse assunto? Deixe as suas dúvidas nos comentários!